domingo, 12 de agosto de 2007

Meu povo, meu poema

Meu povo e meu poema crescem juntos
como cresce no fruto
a árvore nova

Npovo meu poema vai nascendo
como no canavial
nasce verdade o açúcar

No povo meu poema está maduro
como o sol
na garganta do futuro

Meu povo em meu poema
se reflete
como a espiga se funde em terra fértil

Ao povo seu poema aqui devolvo
menos como quem canta
do que planta
(Ferreira Gullar)
________

como poderá, o poema crescer, sem lápis, papel, canetas, livros, cadernos.....
e o povo?

3 comentários:

Béra Dêiro disse...

sou povo, nosso poema.
não há como crescer sem os alicerces, lápis... cadernos.

precisamos sim do povo pra passas primários, incutir isso no povo.

eeta poeminha baum hein, esse ta show.

bem vindo no blogspot... acho q de novo hehehehe

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

hhehehe
achei teu blog

oss