domingo, 26 de agosto de 2007

Hoje é domingo.. pé de cachim...

Final de semana; Ou melhor, começo de semana.
Domingão do faus..não. Nãããããão!!!
Televisão, no domingão
não, por favor
não amigão.

Me concentrei, senti uma pontinha de inspiração surgindo...
papel e caneta à mão.
Nada veio, nem poema, nem crônica, coisa alguma.
Deixa pra lá.

Já que não havia solução, decidi 'antropologar', ou 'antropologizar'
terminologia tosca.
O texto era em espanhol; logo percebi que, por mais que critique
a flor do lácio de Camões, a língua brasileira é a que me cativa.
Abandonei os textos de antropologia.

Cafesinho com a vizinha.
Oh lalá, um Super Nes à disposição. Descontração, extazy curto.
exit... êxito.


Domingão....
"Não mata, mas mói".

domingo, 19 de agosto de 2007

Quantas vezes já tentei aprender a tocar flauta...

ele conseguiu, vejam.



e eis que no piano também fica muito bom

sábado, 18 de agosto de 2007

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Good dreammers
needs dark cafes...
Vai-te embora daqui! Só quero dormir.
Já foram muitas noites, as que você me acompannhou. Não te quero mais.
Sai-te da minha cama, é sério, quero dormir.
Pula fora, e não volte, Cafeína.
Red Hot Chili PeppersDani California (Album Version)











Ui!
E então, três vivas à diversidade cultural....

quinta-feira, 16 de agosto de 2007


foto: Marcelo Buainain

Exposição de fotos Marcelo Buainain.
Acesse o link para ver mais.

Quase

Ao poeta que ama
fica a consolação
de quasemente
- tão quase -
tê-la beijado...

Não fosse um momento de atenção
a distração teria sido
- para o poeta, que ama-
muita fonte de inspiração.

domingo, 12 de agosto de 2007

Meu povo, meu poema

Meu povo e meu poema crescem juntos
como cresce no fruto
a árvore nova

Npovo meu poema vai nascendo
como no canavial
nasce verdade o açúcar

No povo meu poema está maduro
como o sol
na garganta do futuro

Meu povo em meu poema
se reflete
como a espiga se funde em terra fértil

Ao povo seu poema aqui devolvo
menos como quem canta
do que planta
(Ferreira Gullar)
________

como poderá, o poema crescer, sem lápis, papel, canetas, livros, cadernos.....
e o povo?